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PrintLaser Virtualiza Servidores de Missão Crítica e Contém Proliferação de Hardware

Especializada em impressão de documentos de conteúdo transacional, como contas e extratos, a PrintLaser contou com a consultoria da Strattus Software para testar a virtualização com tecnologia VMware em seus sistemas de produção

Você provavelmente conhece os produtos da PrintLaser, embora talvez não saiba: trata-se da maior empresa de impressão de documentos com dados variáveis do Brasil, o que é uma forma elegante de dizer que é provavelmente a PrintLaser que saem suas contas de luz, água ou telefone, faturas de cartão de crédito, extratos bancários, entre outros tipos de impressos. São cerca de 60 milhões de documentos por mês, dos quais muitas vezes depende o faturamento dos clientes da PrintLaser. Ela tem duas unidades em Alphaville (Barueri - SP), uma em Salvador (BA) e uma em Recife (PE), e planeja inaugurar até o final do ano uma unidade no Rio de Janeiro, e em 2009, em Curitiba e Brasília.

Como se pode imaginar, os servidores da PrintLaser precisam oferecer o máximo de segurança, estabilidade e confidencialidade. Com tamanha responsabilidade, a PrintLaser optou pela virtualização de seus servidores com tecnologia VMware, onde já foi possível diminuir em 25% o hardware em que eles estavam instalados e pretende chegar próximo de 50% em breve, tudo com consultoria e suporte da Strattus Software.

Proliferação de Máquinas

Para cada novo cliente, uma nova máquina, uma nova configuração, mais cabos, mais energia, mais refrigeração, mais espaço. Era mais ou menos essa a situação que a PrintLaser vinha enfrentando, já que cada um de seus clientes prefere que os sistemas para os quais transmite seus dados esteja em um servidor independente, isolado dos demais. Essa necessidade dos clientes, somada às demandas tecnológicas da própria PrintLaser fizeram com que a aumentasse exponencialmente o volume de equipamentos instalados na empresa.

Alderano Fileni, gerente de tecnologia da PrintLaser, explica porque era necessária praticamente uma nova máquina para cada novo cliente: "Precisamos receber os dados de nossos clientes para gerar seus impressos, e o volume, os horários de chegada e formatos desses dados variam, daí a necessidade de diferentes servidores", explica Fileni. A proliferação de servidores levou a PrintLaser a estudar a tecnologia de virtualização, conta Fileni. Depois da análise, chegou-se à conclusão de que a virtualização poderia ser viável para a empresa, mas era preciso verificar, na prática, se as expectativas poderiam ser atendidas.

Avaliação Completa e Gratuita

No início de 2008, a PrintLaser entrou em contato com a Strattus Software, um dos principais parceiros da VMware no Brasil, e expôs a situação, suas necessidades e as características críticas de seu sistema. A Strattus ofereceu então todo o apoio para que a PrintLaser pudesse testar a virtualização em seu próprio ambiente de TI. "A Strattus enviou seus consultores, que estiveram aqui durante dois dias inteiros, para instalar VMware em parte do nosso sistema de produção, sem custo algum", conta Fileni. A PrintLaser escolheu alguns servidores menos críticos para virtualizar durante a fase de testes, mas ainda assim funcionando em produção, como um teste real da confiabilidade e estabilidade da tecnologia VMware. Sem qualquer custo, a PrintLaser pôde avaliar a virtualização durante 60 dias, contando com suporte da Strattus, e assim comprovar os benefícios da tecnologia em ambiente de produção.

"Precisávamos desse teste", explica Fileni, "porque, em maior ou menor grau, todos os nossos servidores são críticos e era necessário um contato real com a ferramenta para saber se haveria problemas de compatibilidade, e a Strattus nos proporcionou isso". Após os testes, a PrintLaser adquiriu licenças de VMware com a confiança de que era a solução adequada para suas necessidades. A PrintLaser utiliza um sistema de gestão de fábrica proprietário chamado CMP (Controle e Monitoramento de Processos), que garante a rastreabilidade e confidencialidade de todos os objetos impressos, para que seus clientes tenham a certeza de que os documentos foram impressos corretamente e entregues para os Correios dentro do prazo.

Redução de Ociosidade

Com a virtualização, a PrintLaser diminuiu drasticamente a quantidade de máquinas em funcionamento: “Do total de servidores já foram desativados 25% e pretendemos chegar à 50% até o final de 2008, é uma tendência irreversível, tínhamos uma enorme capacidade de processamento ociosa", diz Fileni, "e o retorno sobre o investimento é muito rápido, já que deixa-se de investir em mais hardware, licença de software e instalações". Boa parte das máquinas que foram liberadas pela virtualização foram realocadas para outras áreas da empresa precisavam de equipamentos.

Na PrintLaser, a escolha de quais servidores seriam virtualizados levou em conta vários fatores: o poder de processamento que o servidor exige, seu nível de "criticidade", a disponibilidade esperada, entre outros itens. Muitos servidores de missão crítica foram virtualizados, mas alguns, devido a suas características, permanecem ocupando máquinas exclusivas. "Hoje é bem fácil acrescentar servidores novos, muito mais fácil do que antes", diz Fileni, "pode-se por exemplo fazer a cópia de servidores já existentes, sem todo o processo de cotar máquinas, comprar, receber, configurar, instalar, colocar em rede etc". A PrintLaser também fez investimentos em hardware, além das licenças, para garantir que os servidores virtualizados ofereçam a mais alta disponibilidade e confiabilidade.

Fonte: Imprensa Strattus - 22/08/08


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